sexta-feira, 28 de março de 2014

Estatua de santa rita de cassia 

A Estátua de Santa Rita de Cássia é uma estátuarepresentando Santa Rita de Cássia. Está localizada no complexo turístico religioso localizado às margens da BR-226, no município de Santa Cruz, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte.
É a maior estátua de todo o continente americano1 e a maior imagem católica do planeta2 com 56 metros de altura.3A construção foi iniciada em novembro de 2007 e custou mais de R$ 6 milhões.



Estátua de Santa Rita de Cássia
Santa Rita de Cássia, Rio Grande do Norte.jpg
Dados Técnicos
LocalizaçãoSanta Cruz, Rio Grande do Norte
País Brasil
Arquiteto escultorAlexandre Azêdo de Lacerda
EngenheiroArgemiro Brito de França
Altura total56.0 m
Altura da estátua42.0 m
Altura do pedestal14.0 m
Peso da estátua  -
Início da construçãonovembro de 2007
Inauguração26 de junho de 2010
AdministraçãoParóquia de Santa Cruz e Arquidiocese de Natal
Reitor do santuárioPadre Vicente Fernades


Bandeira de Santa Cruz Bandeira da cidade Brasão de Santa Cruz Brasão da cidade 

conhecendo Santa Cruz - RN



Aniversário30 de Novembro
Fundação1831
Gentílicosantacruzense
Prefeito(a)Fernanda Costa Bezerra (PMDB)
(2013–2016)

História

Em 1831, José Rodrigues da Silva, proprietário da Fazenda Cachoeira aliou-se aos irmãos João da Rocha e Lourenço da Rocha ( conhecidos na cidade como os irmãos Rocha), novos donos de terras na localidade de Malhada do rio Trairi, povoado de Santa Rita da Cachoeira. A escolha do local para a implantação do núcleo populacional foi feita porque na localidade de Cachoeira não havia água suficiente para suprir as necessidades de uma população.
Logo, muitas casas surgiram, de forma alinhada, em torno da capela construída em homenagem a Santa Rita de Cássia, a qual José Rodrigues era devoto. O povoado foi mudando de nome com o passar dos anos. Depois de Santa Rita da Cachoeira, mudou para Santa Cruz da Ribeira do Trairi e por último, para Santa Cruz.
Há uma lenda que justifica a origem do vínculo de Cruz aos nomes dados ao lugar, contada em diversas versões pelos habitantes do município: um missionário, ouvindo falar que os habitantes das ribeiras do rio Trairi sofriam as inclemências das secas, bem como ataques de animais ferozes e que entre eles havia lutas e rivalidades, resolveu visitar o povoado. Chegando lá, mandou fazer uma grande cruz com os ramos de uma árvore chamada inharé. Em frente a capela, um enorme buraco foi aberto e o missionário ordenou que nele todos jogassem suas armas, cobrissem o buraco com terra e ali fincassem a cruz. Então, disse o missionário — “virá um padre, muito estimado, que mandará retirar esta cruz para um monte; não consintam, pois esta é a Santa Cruz do Inharé”. Contam ainda que a árvore inharé era sagrada e que atraía toda sorte de males quando seus ramos eram quebrados. Depois que o missionário ergueu a cruz de Inharé, os malefícios cessaram, as fontes jorraram água e os animais tornaram-se mansos. No ano de 1835, com o nome de Santa Cruz da Ribeira do Trairi, tornou-se distrito.
A luta para transformar o distrito em município contou com a participação fundamental do padre Antônio Rafael Gomes de Melo, do Tenente coronel Ivo Abdias Furtado de Mendonça e Menezes e dos fazendeiros Trajano José de Faria e Félix Antônio de Medeiros. Desmembrado do município de São José de Mipibu, no dia 11 de novembro de 1876, o distrito de Santa Cruz da Ribeira do Trairi, tornou-se município.
Em 1890, passou a ser chamado simplesmente de Santa Cruz.

Localização
Localização de Santa Cruz
Localização de Santa Cruz no Rio Grande do Norte
Santa Cruz está localizado em: Brasil
Santa Cruz
Localização de Santa Cruz no Brasil
06° 13' 44" S 36° 01' 22" O
Unidade federativa Rio Grande do Norte
MesorregiãoAgreste Potiguar IBGE/2008 1
MicrorregiãoBorborema Potiguar IBGE/2008 1
Municípios limítrofesTangará, São Bento do Trairi, Lajes Pintadas, Campo Redondo, Japi
Distância até a capital111 km2
Características geográficas
Área624,390 km² 3
População36 477 hab. (RN: 11º) –  IBGE/20124
Densidade58,42 hab./km²
ClimaTropical semi-árido
Fuso horárioUTC−3

o ataque de mossoró ao bando de lampião.
eu e o mestre em mossoró no show do poeta Zé Lima
conheçam o grande mestre!
Que não exista preconceito
Trabalhar não é defeito
Anderson Lima



Em nome do ser humano
Erguerei meu estandarte
E sobre uma discussão
Tomarei agora parte
Usando a bela poesia
Por meio da promissora arte.

Vasculhei em novas fontes
De site, filme e papel
Correndo o risco de ser
Excluído do plantel
E sobre o trabalho
Escreverei este cordel.

Arisquei lançar
A rede mais adiante
E lembrar que o trabalho
Leva longe – adiante
E veremos o quanto
Essa arte é gigante.

Todo trabalho é digno
Ninguém queira duvidar
E aqui vou dar meu sangue
Para a vocês provar
O quanto é satisfatório
Viver e trabalhar.

Não importa a grandeza
Nem tão pouco os valores
Importa nós sermos
Do trabalho divulgadores
Por sermos um povo
Formado por trabalhadores.

Existem alguns trabalhos
Que nos trazem divertimento
E para qualquer trabalho
Precisa de conhecimento.
Se trabalharmos sem saber
Estaremos no isolamento.

Ser palhaço é trabalho
De fato interessante
Que com seus tropeços
Nos conta história brilhante
Encantando gerações
São profissões marcantes.

Trabalhar no campo
Sendo um agricultor
Gera grande felicidade
De um presente promissor
Sendo do seu alimento
O pai – o criador.

Existem trabalhos que
Nos trazem emoções
Tocando o ser humano
Conquistando corações
Tratando com humildade
Os mais nojentos barões.

O psicólogo nos ajuda
A organizar pensamentos
A superar o que passamos
Em alguns constrangimentos
Fazendo de nós tranquilos
Em futuros acontecimentos.

O trabalho é a marca
Da nação brasileira
Não importa sem advogado
Ou vendedor de feira
Todo trabalho é digno
Falo com a verdade inteira.

Não importa se o trabalho
É feito por analfabetos
Que nunca tiveram
O seu ensino completo
Levando em conta sermos
Firmes – diretos.

Dedico algumas estrofes
Desde cordel promissor
Pra falar de alguém
Que dedica seu amor
Nos educa desde o princípio
Eis ai o professor.

Essa pessoa que dedica-se
Em carreira impactante
Que mostra que podemos
Ser pessoas interessantes
E mesmo ganhando pouco
Faz um trabalho brilhante.

Dentro do tão grande povo
Desta nação brasileira
O trabalho quer seu lugar,
Não no rabo da fileira
Pois igualdade e respeito
Não existe quem não queira.

O que acho do trabalho
Está aqui desse jeito
Espero que o mundo mude
E que não haja preconceito
Qualquer que seja o trabalho
Não é nenhum defeito.

Se me leu até aqui
Gostou das indagações
Sentiu que o assunto sério
Nossas inquietações
Portanto agora já podem
Tirar suas conclusões.


 




domingo, 9 de março de 2014

o diário de Halley 

 imagem de capa o primeiro livro da saga.

imagem do segundo e ultimo livro da saga.


Em breve não perca o meu mais novo livro sobre magia e bruxaria. 
O amor do João de barro
 Anderson Lima 

01
Peço a Deus e a santa
Nossa senhora da conceição
Para que nesse cordel
Não me falta inspiração
Para relatar aqui
O amor duma geração.
02
Eu ia andando devagar
Por entre a mata fechada
Quando avistei um índio
Montando uma jangada
Parei e perguntei:
- Onde fica a estrada?
03
- “senhor siga sozinho
Por entre aquele lugar
Vai passar por muitas arvores
Que vai seus olhos encantar
Vai andar quase uma hora
E na cidade vai chegar.
04
Vai ver alguma placa
Que está pendurada
Ao lado um juazeiro
E bastante decorada
Vá por onde ela indica
Que chegará a estrada”.
05
Eu disse: - “muito obrigado
Pela sua explicação
Mas me desculpe
Quero pedir sua permissão
De fazer uma pergunta
Que merece discussão.
06
É porque eu ia passando
Perto de um grande jarro
E comecei a achar
Que poderia ser bizarro
Porque aqui tem desenhos
Do pássaro João-de-barro”?
07
Ele me respondeu
Com sorriso no olhar:
“É porque aqui
Neste pequeno lugar
Esse pássaro tão famoso
Veio a se criar”.
08
Sem muito entender
Perguntei novamente
Quando sentou um deles
Em seu braço suavemente
E percebi que aquele lugar
Era de fato diferente.
09
- “aqui neste lugar
Esse pássaro tem nome
Tudo que nós comemos
É tudo que ele come
Tratarmos ele bem
Para nunca morrer de fome”.
10
E ele então percebeu que
Eu levava uma espingarda
Olhou para meu rosto
E disse em disparada:
- Você não devia ter coragem
De atirar numa coitada.
11
Eu disse: me desculpe
Mas do que está falando?
Ele me respondeu:
- De você sair massacrando
Um pássaro que lhe ama
O senhor sai maltratando?
12
“Desculpe minha arrogância
Meu caro e nobre senhor
Mas queria que me contasse
Eu lhe peço, por favor,
 Me conte essa história
Que fala sobre amor.
13
Eu e minha mulher
Estamos separados
Pois temos desavenças
O que nos deixa apertados
Longe do amor eterno
Os caminhos não são traçados.
14
Então vivo ai sofrendo
Arrumando uma caçada
Para afogar minha mente
Que anda meio virada
Matando pássaro por pássaro
Deixando-o sem morada”.

15
O senhor não precisa
De nenhuma punição
Apenas precisa
De conscientização
Que é o que está faltando
Neste teu grande coração.
16
Então não vou lhe dar bronca
Nem lhe comprometer
Apenas vou contar uma história
Que muitos querem conhecer
Mas poucos têm o privilegio
De essa história conceber.
17
Isso tudo aconteceu
Com rapaz apaixonado
Que tinha ficado preso
A um amor consagrado
Pela filha de um pajé
Sem dinheiro, mas honrado.
18
Quando via essa moça
Batia mais forte seu coração
E os dois iam escondidos
Se encontrar no ribeirão
Onde ficavam escondidos
Sentindo enorme paixão.
19
Conforme os dias seguiram
Rápido se passando
O amor dos dois
Mais e mais ia aumentando
E eles seguiram as escondidas
Pra continuarem se encontrando.
20
Até que um certo dia
O pajé soube de tudo
E saiu na hora do encontro
Todo mundo mudo
E quando os avistou
Mostrou seu poder absoluto.
21
Dizendo: “minha própria
Filha se encontrando
Com esse maldito rapaz
Meu nome vai manchando
Mostrando pra toda tribo que
Na minha filha não tô mandando.
22
Por essa grande afronta
Eu devia lhe matar!
Mas a filha do pajé
Na frente se pois a lutar
Dizendo: o senhor não mate
O homem que vou me casar!
23
Mas o pajé foi taxativo
E não queria opinião
Ia matar o rapaz
Pequeno inocente João
E que não aceitaria
Nenhuma contradição.
24
Mas depois de algumas horas
E depois de tanto ouvir
O pajé pensou duas vezes
Pois queria desistir
Para que aquele mal
Não viesse a se expandir.
25
O pajé então perguntou:
O que vai oferecer
Pra poder se casar
Com ela sem perecer?
Eu quero que você
Venha me responder.
26
João então quis responder:
Eu não tenho nada
Há não ser a minha
Pequena e singela morada
Onde iremos passar
E dar da vida risada.
27
Mas ainda tem outra coisa
Espero que o nobre senhor
Chegue a entender
O seu grandioso valor
Pois não ofereço mais nada
Há não ser o meu amor.
28
- Você só pode estar brincando
A vida que está alheia
Ou querendo encher meus
Ouvidos de grão de areia.
O que faz você pensar em casar
Com moça mais bonita da aldeia?
29
- O amor que sinto por ela
É de fato retumbante
E por sua filha lhe digo
Que passaria a ser humilhante
Viver longe dela
Sem esse amor penetrante.
30
O pajé vendo João
Pequeno e magricela
Disse sem tomar
Nenhuma cautela
E perguntou: - você seria capaz
De fazer tudo por ela?
31
E João lhe respondeu
Com toda força de vontade:
Meu amor por sua filha
Ultrapassa a felicidade
Dá uma rasteira na vida
E para uma tempestade.
32
- o outro pretendente
Disse que passaria
Seis dias sem comer
E não morreria
Pois o amor era tão grande
Que nem imaginaria.
33
E quando deu quatro dias
O infeliz morreu
Perdeu todo que tinha
E assim pereceu.
Paixão não sustenta ninguém
E foi isso aconteceu.
34
Então João disse: - pra
Mostra-lo a força da paixão
Eu vou passar nove dias
Sem comer nenhum cancão
E quando se passar vamos
Fazer do casamento, a celebração.
35
Então o pajé colocou
Quatros homens de vigia
Para que não acontece
Nenhuma agonia.
Pois que João saísse
O pajé então temia.
36
A moça em sua tenta
Pediu para a deusa da lua
Que cuidasse do seu amado
Para que o amor perpetua
E se saísse vivo
Saia cantarolando pela rua.
37
Quando fez quatro dias
Ela foi ao seu pai implorar
Para que resgatasse João
E que venha aliviar
A chama do amor
Que não iria se apagar.
38
Após ouvir o choro de sua filha
O pajé veio a dizer:
Vou libertar seu amor
Pois agora posso compreender
Que o amor de vocês
Seja mais forte que sol a nascer.
39
Quando a abriu o casco
Em que João estava dentro
Ele pulou para fora
Se libertando do tormento
E o pajé se impressionou
Com aquele acontecimento.
40
E perguntou surpreso:
Como você pode viver?
Mas João estava debilitado
E não veio a responder
E entre sua pele
Penas estavam a crescer.
41
João e sua amada
Saíram em revoada
Pois se tornaram
Duas aves amadas
Essa história de amor
Seria sempre eternizada.
42
Daquele dia pra cá
O João-de-barro é adorado
Por todos que sonham
Com o amor esperado
E como ele amou
É que deve ser amado.
43
Agradeci ao índio ter
Contado o que me contou
Sou eternamente grato
Por tudo que me revelou
Coisas que o destino faz
E a natureza acertou.
44
-Depois de escutar
A aquela linda história
Me veio na cabeça
O sentimento de glória
E quando peguei o caminho
Me senti na vitória.
45 
Se acaso alguns de vocês
Tiver na sua realidade
Um amor como esse
Cultive-o de verdade
Pois só quem conhece o amor
Sabe como é o sabor
De viver na felicidade.









Leiam o livro  DE REPENTE NASCEU MEU CORDEL. 
um livro maravilhoso composto por 8 cordéis que tocam nosso coração. 
no valor de 15 reais, adquira já o seu!

SE NÓS FOSSE LATA D´ÁGUA 

Se nós fosse lata d’água
Nós vivia impariado
Pingando pingos de amor.
E meu deus por funileiro
Com tesoura, brasa e solda
Querendo fazer de nós
Um bonito aguador.
A lata d’água chega no interior
Embalando o querosene.
E na velocidade de Herodes pra Pilatos
Vai mudando de formato.
Agruras da lata d’água
É a própria lata d’água
Falando de sua vida...
E eu que fui injeitada
Só porque era furada.
Me botaram um pau na boca
Sabão grudaram nos furo
Me obrigaram a levar água
Muitas vezes pendurada
Muitas vezes num jumento
Era aquele sofrimento
As juntas enferrujadas
Fiquei com o fundo comido
Quando pensei que tivesse
Minha batalha cumprido
Um remendo me fizeram:
Tome madeira no fundo.
E tome água e leva água...
E tome água e leva água...
Daí nasceu minha mágoa.
O pau da boca caía
Os beiços não resistia.
Me fizeram um troca-troca:
Lá vem o fundo pra boca
Lá vaio pau para o fundo.
Mas que trocado mais sem graça
Na frente de todo mundo.
E tome água e leva água...
E tome água e leva água...
Já quase toda enferrujada
Provei lavagem de porco.
Aí mexeram de novo:
Botaram o pau na bengala.
E assim desconchavada
Me dei areia, cimento
Carreguei muito concreto
Molhado, duro e friento.
Sofri de peitos abertos,
Levei baque, dei topada,
Me amassaram as beirada,
Cortaram minhas entranha,
Lá fui eu assar castanha
Fui por fim escancarada.
Servi de cocho de porco
Servi também de latada.
Se a coisa não complica
Talvez eu seja uma bica
Pela próxima invernada.
É inverno, é chuva, é água
E eu encherei outras latas

Cumprindo minha jornada
não perca no dia 15 de março o espetáculo UMA NOITE DE CULTURA, no teatro municipal candinha bezerra. o autor do livro DE REPENTE NASCEU MEU CORDEL, vai recitar as mais lindas das suas poesias. portanto não esqueça que dia 15 de março todos nós vamos ter um compromisso firmado com a cultura de nosso município.